sexta-feira, 12 de junho de 2009

NOITE ENSOLARADA: O Livro


Meu primeiro livro de poemas está a venda:

Título: NOITE ENSOLARADA
Subtítulo: [poemas selecionados]
Autor: Rodrigo Tomé
Editora:CBJE
Assunto: Poesia
ISBN: 978-85-7810-384-2
Idioma: Português
Tipo de Capa: papel 180 gr.
Edição: 1
Tiragens: 30
Número de Páginas: 60, papel 75 gr.
Valor: R$ 15,00

segunda-feira, 2 de março de 2009

Prisão Invisível

Os dias parecem estáticos
Quando o presente se mostra ausente

E o passado, como diz o nome, já passou
E pior ainda!
Se não há presente como haverá de ter futuro?

Ficaremos assim, em cima do muro
Parados no tempo e no espaço
Uns na luz, outros no escuro
Esperando o juízo final
Ou uma nova tendência que seja mais coerente.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Bons pensamentos são como pontos de luz na beira da estrada

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Serena

Um novo dia nasceu atrás da cortina,
E as horas desse dia revelam magia.
Novas luzes se ascenderam na avenida,
E os carros que ali vão, são de neblina.
Um novo mundo se abriu de alegria,
Um novo mundo se abriu para a vida.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

As luzes estão acesas
As luzes,
Ainda são as mesmas.
Fui eu quem desaprendi a enxergar.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Sobre as Pernas

Nada mais me causa comoção
A não ser aquelas pernas se movendo ávidas
Para lá e para cá. Vindo em minha direção
É como se todo o gesto de generosidade
Que residia em mim, polarizasse ao sul de mim
Para cá e para lá como deve ser
Nada mais comovente, nada mais atraente
Não sou tolo, talvez, às vezes mesquinho
Para lá e para cá, o ballet daquelas pernas
Quero ser bom, quero ser generoso
Com aquela moça cheia de graça que se move
Para cá e para lá.
E tão somente quero ser agradável com ela
Quero ser legal com ela
Me chamem de tolo, me chamem de mesquinho
Mesquinho sim, às vezes um pouco
Porque nada mais me causa comoção
A não ser aquelas pernas se movendo ávidas
Para lá e para cá. Vindo em minha direção

A poeira invisível

A poeira invisível que aqui existia
Hoje, nada mais restou
Ficou apenas a nostalgia de um dia
Perder-me em seu calor

A poeira invisível que aqui existia
Hoje, só ficou uma dor
Ficou apenas a tristeza de um dia
Saber que nada restou

A poeira invisível que aqui existia
Hoje, sei que já se apagou
Ficou apenas a lembrança de um dia
Ter sentido muito amor